ESCÂNDALO EM ITUAÇU? COLÉGIO ESTADUAL APRESENTA SINAIS DE DETERIORAÇÃO, E A COMUNIDADE QUER RESPOSTAS!
O prédio foi inaugurado há poucos anos, mas imagens que circulam mostram fragmentos de revestimento caídos no chão e sinais de deterioração no teto. Afinal, o que está acontecendo com o Colégio Estadual Albércio da Costa Brito?

O vídeo divulgado levanta questionamentos sobre a qualidade dos materiais utilizados, a execução dos serviços e a manutenção de uma estrutura que deveria oferecer segurança e dignidade aos estudantes, professores e funcionários.
A escola foi inaugurada em 2022, durante o governo de Rui Costa, com a presença do então prefeito Phellipe Brito. Hoje, com Jerônimo Rodrigues à frente do Governo da Bahia e Phellipe Brito na Prefeitura de Ituaçu, a situação registrada merece explicações das autoridades responsáveis.
Uma escola pública não pode ser tratada como uma obra que termina no dia da inauguração! Não basta construir, entregar as chaves, fazer discursos e registrar fotografias. É preciso garantir que o patrimônio público continue em condições adequadas de funcionamento.
Se os problemas são decorrentes de falhas na construção, quem deve responder? Se são resultado da falta de manutenção, por que não foram tomadas providências? E, principalmente, quem está fiscalizando as condições dessa unidade escolar?
Não se pode afirmar, apenas pelas imagens, que houve uso de materiais de baixa qualidade ou irregularidades na obra. Mas os sinais registrados são suficientes para justificar uma vistoria técnica e esclarecimentos públicos.
CADÊ A FISCALIZAÇÃO? CADÊ A MANUTENÇÃO? CADÊ AS RESPOSTAS?
A população de Ituaçu tem o direito de saber se a estrutura oferece segurança e quais providências serão adotadas para solucionar os problemas.
Educação não é apenas discurso político, placa de inauguração ou fotografia de entrega de obra. Educação também significa respeito ao dinheiro público e, acima de tudo, respeito aos alunos que frequentam diariamente essas instalações.
O POVO NÃO QUER PROMESSAS. QUER RESPOSTAS, TRANSPARÊNCIA E SOLUÇÕES!
As autoridades estaduais e municipais devem se manifestar sobre as condições da escola e informar as medidas previstas para garantir a segurança da comunidade escolar.
Condições da estrutura escolar levantam preocupações sobre a qualidade dos serviços, os materiais empregados e a responsabilidade pela conservação do patrimônio público.
VEJA O VIDEO:
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O Colégio Estadual de Tempo Integral Albércio da Costa Brito, localizado em Ituaçu, no sudoeste da Bahia, está no centro de questionamentos sobre as condições de sua estrutura física. Relatos sobre problemas nas instalações levantam preocupações entre membros da comunidade escolar e reacendem o debate sobre a qualidade das obras públicas e a manutenção dos espaços destinados à educação.
Uma obra de milhões que exige atenção
Inaugurada em 10 de outubro de 2022, a nova sede do colégio foi entregue durante o governo de Rui Costa e contou com um investimento divulgado de R$ 8,6 milhões, destinado às obras civis, aos equipamentos e ao mobiliário. A cerimônia também teve a participação do então prefeito Phellipe Brito.
O projeto foi apresentado com dez salas de aula, laboratórios de Ciências e Informática, biblioteca, auditório, refeitório, quadra poliesportiva e outras instalações voltadas ao ensino em tempo integral.
Agora, diante dos relatos de deterioração, surge uma questão que merece esclarecimento: como uma estrutura escolar inaugurada há poucos anos chegou às condições descritas por pessoas que acompanham a situação?
Qualidade dos materiais e fiscalização das obras
Os problemas relatados levantam dúvidas sobre a durabilidade dos materiais empregados, a execução dos serviços e a manutenção preventiva do prédio. Entretanto, a existência de deterioração, por si só, não comprova falhas na construção ou o uso de materiais de baixa qualidade.
É necessário verificar tecnicamente as condições do imóvel, identificar eventuais problemas construtivos e avaliar os serviços de manutenção realizados desde a inauguração.
O governador Jerônimo Rodrigues está à frente do Governo da Bahia desde 2023, após a gestão em que o colégio foi inaugurado. Por se tratar de uma unidade da rede estadual, cabe à Secretaria da Educação do Estado prestar esclarecimentos sobre a conservação, a manutenção e as providências adotadas.
O prefeito Phellipe Brito também participou da entrega da unidade em 2022, mas a responsabilidade pela execução e fiscalização de cada serviço deve ser apurada com base nos contratos e documentos oficiais, sem presumir responsabilidade direta pela eventual deterioração.
Comunidade escolar merece respostas
Estudantes, professores, funcionários e familiares precisam contar com um ambiente seguro, adequado e apropriado ao aprendizado. Caso os problemas estruturais sejam confirmados, é importante que as autoridades competentes adotem medidas para corrigir as falhas e evitar riscos à comunidade escolar.
Entre os esclarecimentos que podem contribuir para a transparência estão:
A existência de laudos técnicos recentes sobre a estrutura do prédio.
Os registros de vistorias e serviços de manutenção realizados.
Os contratos, aditivos e documentos relativos à obra original.
A existência de garantias e eventuais notificações à empresa responsável.
O planejamento de eventuais reformas e reparos.
Fiscalização e transparência
A situação merece atenção dos órgãos de controle, incluindo a Secretaria da Educação, a fiscalização de engenharia e, caso sejam identificadas irregularidades, os órgãos competentes.
A população tem o direito de conhecer as condições de conservação de uma escola pública e de acompanhar a aplicação dos recursos destinados à educação.
Uma escola pública não deve apenas ser inaugurada com uma estrutura moderna: precisa permanecer segura, conservada e adequada para cumprir sua função.




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