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União Europeia apoia proposta do Brasil para integrar mercados de carbono globais

  • Foto do escritor: Feliciano
    Feliciano
  • 8 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

China também endossou iniciativa que prevê criar regras comuns para precificar o carbono em todo o mundo. Grupo propõe associar mercados já existentes.

União Europeia diz que trabalhou junto com o Brasil por coalizão de mercados de carbono
União Europeia diz que trabalhou junto com o Brasil por coalizão de mercados de carbono

A União Europeia (UE) e a China afirmaram nesta sexta-feira (07/11) que vão aderir a uma iniciativa lançada pelo Brasil para integrar mercados globais de carbono, endossando a chamada Declaração sobre a Coalizão Aberta de Mercados de Carbono Regulados.

O anúncio foi feito durante a Cúpula de Líderes que precede a COP30, em Belém. Enquanto a participação do bloco europeu foi confirmada pela chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o endosso chinês foi citado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Após tentativas fracassadas em cúpulas anteriores de reunir quase 200 países em um único mercado, o Brasil sugere a criação de um conjunto básico de regras capaz de integrar os diferentes sistemas de precificação de carbono já existentes no mundo. O objetivo é estabelecer uma estrutura internacional que impeça as nações de precificar sozinhas seu comércio de emissões.


 
 
 

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